terça-feira, 15 de dezembro de 2009

PLANO DE TRABALHO - GESTÃO COMPARTILHADA:2010/2011

No dia 25 do mês de Novembro/2009, reunidos no pátio escolar: estudantes, professores e representantes da comunidade local, debateram junto à direção do CEF Pipiripau II, o plano de trabalho para a próxima gestão/2010,2011. Leia abaixo síntese do documento.

PLANO DE TRABALHO
GESTÃO COMPARTILHADA (2010/2011)
Orlei Rofino de Oliveira

Plano de Trabalho apresentado à Secretaria de Educação do Distrito Federal como parte dos requisitos para aprovação no Concurso Público de Diretor e Vice-Diretor do Centro de Ensino Fundamental Pipiripau II de Planaltina-DF.

IDENTIFICAÇÃO

Diretor: Orlei Rofino de Oliveira - Mat. 33.565-7
Vice-diretor: Eduardo Barcelos e Silva - Mat. 27.195-0
Escola: Centro de Ensino Fundamental Pipiripau II
Endereço: BR 020 DF 365/205, Núcleo Rural Pipiripau II, Planaltina-DF, CEP 73.307-992
Níveis de Ensino: Educação Infantil e Ensino Fundamental
Localização: Zona Rural

INTRODUÇÃO

O presente Plano de Trabalho é uma exigência legal, determinada pela Lei nº 4.036 de 25 de outubro de 2007, que normtiza a Gestão Compartilhada. É também papel da equipe gestora, estabelecida na cláusula terceira, inciso 3.2, de elaborar coletivamente a proposta pedagógica da escola no prazo de 60 dias a partir da nomeação da mesma, conforme previsto no Art. 17, parágrafo 3º.
O plano tem como objetivos centrais, apresentar breve avaliação sobre os problemas mais significativos do Centro de Ensino Fundamental Pipiripau II e, em segundo lugar, propor procedimentos no sentido de buscar soluções.
A nossa realidade é de uma escola pequena se comparada às escolas urbanas de Planaltina-DF, mas grande se comparada à maioria das rurais da cidade. Ela não apresenta problemas típicos das escolas urbanas. Não há grande evasão escolar e os índices de aprovação são considerados satisfatórios.
O índice de aprovação no ano de 2008 para as turmas do Ensino Fundamental/Séries Iniciais, por exemplo, foi superior a 80% (oitenta por cento). Já no Ensino Fundamental/Séries Finais chegou a aproximadamente 90% para as turmas de 5ª e 6ª Série e de 100% para as turmas de 7ª e 8ª séries.
Em relação a estrutura física, esta escola não possui quadra poliesportiva e nem parque infantil, espaços que muito contribuiriam para o desenvolvimento das atividades sócio-recreativas. Necessitamos também de uma sala para o funcionamento adequado de uma biblioteca, pois esta funciona em condições precárias ( prédio distante da escola cedido pela comunidade local). Diante do exposto apresentamos uma síntese do nosso plano de trabalho, fruto de amplo debate: comunidade escolar e local, buscando construção a construção de uma democracia participativa.

JUSTIFICATIVA

Como reportado anteriormente, a nossa escola não apresenta os grandes problemas típicos de escolas urbanas. Não há grande evasão escolar e os índices de aprovação são considerados satisfatórios. Há uma boa integração entre escola e comunidade, pois em sua maioria, os familiares participam das ações pedagógicas da escola. Temos um Conselho de Classe Participativo: espaço de reflexão, de críticas e sugestões sobre a proposta pedagógica da escola.
Apesar dos esforços, convivemos com um significativo grau de transferências de estudantes para outras instituições e, principalmente, para outras cidades ou estados, pois a maioria dos nossos alunos são oriundos de famílias que não são proprietárias das terras em que trabalham e quando perdem os empregos nessas propriedades e não conseguem outro acabam indo embora do núcleo rural. Há também alunos que residem nos assentamentos de Reforma Agrária sob condições precárias de moradia: abastecimento de água, de energia elétrica, de transporte,etc. Fazendo com que algumas dessas famílias deixem o local à procura de melhores condições de vida. Também
recebemos constantemente alunos de outras escolas e de outros estados, (urbanas e rurais) com graus variados de rendimento escolar.
Embora esses aspectos dificultem o desenvolvimento do processo de aprendizagem, esta instituição tem conseguido melhoras significativas nos aspectos pedagógico, social e cultural, uma vez que se procura trabalhar o currículo a partir da realidade local.
Esta reestruturação curricular é feita através da observação e levantamento das necessidades a serem priorizadas em nosso Projeto Político Pedagógico. A realização destes projetos ocorre de forma interdisciplinar atendo as especificidades locais, observando os conteúdos e considerando também as habilidades e competências do corpo docente e discente.
É também nossa missão proporcionar a formação de cidadãos capazes de participar ativamente da vida econômica e social do país, contribuindo para a formação de uma sociedade justa com melhores condições de vida, e que sejam capazes da plena realização pessoal e profissional.
Assim, acreditamos que o plano de trabalho que ora apresentamos tem como principio básico o compromisso de que, enquanto educadores devemos promover o pleno desenvolvimento de nossos educandos, preparando-os para o exercício da cidadania.
A escola tem grande responsabilidade nessa formação, pois nossos alunos permanecem nela grande parte do dia, durante anos de suas vidas. Por isto compreendemos que é fundamental refletir e planejar sobre o quê e como estamos ensinando e, sobre a importância ou relevância destes conteúdos para a realidade em que vivem nossoa alunos.



A participação de todos neste processo de educação, deve ser inserido nos princípios do exercício da convivência democrática. Que escola e comunidade possam escolar planejar e propor ações, assumindo cada um a sua parcela de responsabilidade nesta tarefa. Neste sentido, este documento não está pronto, é sujeito a reformulações, reavaliações, bem como nossa realidade que não é estática.

OBJETIVOS

- Garantir o desenvolvimento do Currículo da Educação Básica (Educação Infantil, BIA e Ensino Fundamental) e dos Parâmetros Curriculares Nacionais, levando-se em consideração as especificidades da Educação para o Campo;
- Promover o acesso e a permanência do aluno na escola em tempo integral, bem como a construção de competências, por meio do desenvolvimento de habilidades psicossociais;
- Promover projetos de Segurança Alimentar e Nutricional, estimulando práticas de alimentação Saudável, de acordo com o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional;
- Melhorar a qualidade de ensino visando elevar o nível de aprendizagem dos alunos, buscando diminuir a reprovação e a evasão escolar;
- Promover a educação inclusiva e o respeito às diferenças visto que as mesmas são inerentes à espécie humana;
-Elevar o índice de desempenho do CEF Pipiripau II, referendado pela média do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), pelo Sistema de Avaliação do Desempenho das Instituições Educacionais do Sistema de Ensino do Distrito Federal (SIADE) e pelo Índice de Desenvolvimento da Educação do Distrito Federal (IDDF);
- Melhorar e fortalecer o relacionamento de escola com a comunidade;
- Buscar parcerias com instituições públicas e privadas e com a comunidade visando atender as demandas: escola e comunidade;
- Melhorar a convivência democrática no ambiente escolar;
- Desenvolver a avaliação institucional na escola;
- Promover a gestão financeira da escola de forma transparente e participativa, de acordo com os princípios da autonomia.

METAS

- Promover projetos que promovam o desenvolvimento da educação do campo, que favoreça a percepção do indivíduo como parte integrante e responsável pela preservação e conservação do lugar em que vive de forma a integrar toda comunidade escolar;
- Promover, anualmente, pelo menos duas ações que dinamizem o fazer pedagógico;
- Aumentar em 10% (dez por cento) os índices de aprovação nas séries iniciais e finais do ensino fundamental;
- Reduzir em 10% o percentual dos alunos defasados em idade-série, mediante a adoção de estratégias de intervenção, desenvolvidas em parceria com a SEDF e com a comunidade escolar, a partir dos dados do censo escolar de 2009;
- Reduzir em 20% (vinte por cento) as taxas de evasão escolar;
- Promover, pelo menos, uma reunião bimestral informativa e de sensibilização com os pais ou responsáveis pelos alunos e com os parceiros da escola;
- Promover uma palestra semestral com a comunidade escolar, visando resgatar os valores sociais e solidários, através de ações cooperação e respeito às individualidades;
- Realizar pelo menos uma atividade cultural, uma atividade esportiva e uma confraternização entre os diversos segmentos da escola no ano de 2010;
- Promover reuniões bimestrais com o Conselho Escolar visando fortalecer a sua participação na co-gestão da escola (na definição de estratégias, na avaliação institucional e na busca de soluções para os problemas que ora se apresentarem);
- Convocar reuniões bimestrais com a participação do Conselho Escolar e da Caixa Escolar, ou sempre que se fizer necessário, para definir prioridades e decidir a melhor forma de captação, utilização e aplicação dos recursos obtidos pela instituição ou aqueles oriundos das verbas públicas (PDDE e PDAF);
- A Proposta Pedagógica será avaliada semestralmente, conforme rege o Calendário Escolar oficial da SEDF;
- Promover uma audiência pública ao final do ano letivo para realizar a prestação de contas da aplicação dos recursos repassados e arrecadados pela unidade de ensino.

ESTRATÉGIAS

- Incentivar e promover junto à equipe e a comunidade, o desenvolvimento de Projetos que promovam a Segurança Alimentar e Nutricional na escola e na comunidade como criação de viveiros, horta comunitária e oficinas de alimentação saudável (Projeto Cozinhando e Aprendendo com Gente Pequena, em parceria com a Emater-DF, Projeto Alimentação Saudável, com o ProgEM, etc.);
- Apoiar e incentivar o desenvolvimento dos projetos propostos pela Secretaria de Educação e por seus parceiros (Projeto Ciência em Foco, Superação Jovem, Vereda, Acelera DF, Se Liga, Agrinho, Dentista na Escola, etc.);
- Reestuturar e buscar novos parceiros para a realização do Projeto Hortorgânica, Horta Medicinal e Quintal Agroflorestal;
- Estimular a leitura e pesquisa através da realização de projetos, gincanas, concursos e campanhas literárias (Projeto Soletrando, Recontando e Recriando através da História, Projeto Um Dia de Geo-História, Projeto o Meio em que Vivemos: Bacia Hidrográfica do Ribeirão Pipiripau, Projeto Compreendendo a História através de Jogos, etc.);
- Construir um acervo de materiais pedagógicos multimídia, que propicie o enriquecimento das aulas, disponibilizando aos professores os programas da TV Escola e DVD Escola e outros programas de TV (documentários, filmes paradidáticos, etc.);
- Ampliar a Brinquedoteca Móvel e lutar pela construção do parque infantil e da quadra poliesportiva no interior da escola;
- Criar espaços lúdicos que promovam o resgate das brincadeiras infantis (Parque Infantil, Condomínio Encantado, etc.);
- Lutar pela ampliação do espaço físico da escola (ampliação da cantina e depósito de gêneros alimentícios, construção de um depósito de materiais e salas para a biblioteca, videoteca, orientação educacional, etc.);
- Oferecer aulas de reforço em horário contrário para os alunos com dificuldades de aprendizagem (Projeto as Faces do Reforço Escolar);
- Incentivar a criação de grupos de estudos monitorados pelos alunos que apresentarem melhor rendimento escolar;
- Apoiar e estimular o trabalho e as atividades desenvolvidas pela Sala de Recursos, pela Equipe de Apoio a Aprendizagem e pelo Serviço de Orientação educacional visando um melhor desenvolvimento de habilidades nos domínios cognitivo, afetivo e psicomotor dos nossos educandos;
- Manter atualizado e organizado o serviço de escrituração escolar (registros, documentação dos alunos, diários de classes, dentre outros);
- Acompanhar, analisar e buscar soluções para compreender as causas da permanência, evasão, aprovação/reprovação do estudante, de forma a melhorar a qualidade da educação nesta unidade de ensino;
- Realizar visita às casas dos alunos faltosos e desistentes buscando compreender, no contexto familiar, as causas da evasão e incentivar o retorno à escola;
Comunicar as autoridades competentes os casos de evasão escolar;
- Estimular e apoiar a organização dos alunos para que atuem em ações conjuntas, solidárias, cooperativas e comunitárias, desenvolvendo nestes a corresponsabilidade e gestão compartilhada nas decisões e projetos da escola;
Lutar pela ampliação do número de auxiliares de conservação e limpeza e de copa e cozinha;
- Buscar junto à Secretaria de Educação e a Secretaria de Educação Integral monitores ou professores para atuarem no Programa Escola Modelo de Educação Integral;
- Criar um jornal-mural e um jornal escrito para a comunicação de eventos, fatos, curiosidades, dicas pedagógicas, notícias da comunidade e da própria escola, sob coordenação dos responsáveis pela sala de leitura e Projeto Superação Jovem, contando com a participação dos alunos, professores, servidores e direção da escola;
- Promover, nas coordenações pedagógicas, grupos de estudo envolvendo temas de interesse dos professores, incluindo-se também documentos que norteiam a Educação Básica (LDB, Currículo, Regimento das Escolas Públicas do Distrito Federal, ECA, etc.);
- Estimular todos os profissionais da educação à qualificação e ao aperfeiçoamento profissional, oferecendo condições e incentivo para participarem de cursos, seminários, encontros, palestras, entre outros;
- Realizar Conselho de Classe Participativo ao término de cada bimestre letivo;
- Realizar oficinas/fóruns para abordagens que possam orientar às famílias, em relação a práticas promotoras da saúde, educação/orientação sexual, ao uso indevido de drogas, a higiene/limpeza (ambiente físico da escola, do corpo, dos objetos de uso pessoal), educação nutricional, etc. (Projeto Educação Sexual, Projeto Paz na Escola, Projeto Cozinhando e Aprendendo com Gente Pequena, etc.);
- Promover, pelo menos, uma reunião a cada bimestre com os parceiros da escola com o objetivo de discutir as necessidades da instituição e de que forma podem contribuir para a operacionalização do Projeto Político Pedagógico da escola;
- Organizar bimestralmente eventos pedagógicos multidisciplinares e de culminância dos projetos que se devolvem na escola, de forma interativa com a comunidade escolar e parceiros institucionais;
- Promover atividades extracurriculares de caráter cultural, esportivo e confraternizações que possam melhorar a auto-estima e a interação entre os diversos segmentos da escola;
- Atualizar semanalmente o Blog da escola e da Sala de Recursos com as atividades realizadas, produções dos alunos, professores e comunidade local, dado o seu potencial como ferramenta democrática de divulgação do trabalho desenvolvido na instituição.
- Realizar reuniões bimestrais com o intuito de avaliar o trabalho desenvolvido por todos os segmentos da escola (direção, secretaria, professores e servidores);
- Promover, semestralmente, a avaliação da proposta pedagógica da escola, com a participação de toda a comunidade escolar;
Realizar reuniões com o Conselho Escolar para planejar suas ações e poder nortear melhor o seu trabalho, de forma que todos os membros intensifiquem sua participação na escola;
- Promover juntamente com a Caixa Escolar e com o Conselho Escolar atividades e ações para a captação de recursos financeiros (rifas, bingos, festivais de sorvete etc.), visando arrecadar fundos para despesas extras da escola;
- Promover uma audiência pública ao final do ano letivo para realizar a prestação de contas referente ao ano exercício de 2009.

AVALIAÇÃO

Entendemos a avaliação como um processo mais amplo do que simples aferição de conhecimentos, constituídos pelos alunos em um determinado momento de sua trajetória escolar.
A avaliação deverá considerar tanto o processo que o aluno desenvolve ao aprender como o resultado final alcançado. Deve ainda, ir além do julgamento sobre sucessos ou fracassos do aluno; ser diagnóstica e contínua, fornecer indicadores para reorientação da prática educacional.
A avaliação é um processo interativo, através do qual, educadores e educandos aprendem sobre si mesmos. A reflexão sobre o desempenho é mais rica quando realizada por todos os envolvidos: o professor, o aluno, o coordenador pedagógico, a equipe da direção da escola e todos os que direta ou indiretamente participam do processo educativo.
A avaliação deve favorecer a interdisciplinaridade, além de estar intimamente relacionada às competências e habilidades desenvolvidas.
No decorrer do ano letivo, deve-se oportunizar ao aluno formas diversificadas de avaliação, utilizando para isto vários recursos, e durante todo o processo de construção do conhecimento: relatórios, pesquisa, entrevista, fichas de acompanhamento, auto-avaliação, etc.
É importante conhecer a cultura, os hábitos, as crenças, o falar e a visão de mundo dos alunos, para saber o que, para que e como avaliar. Os padrões a serem atingidos não são absolutos, assim como o mundo e a própria vida não o são.
O Pré-conselho de Classe, instância democrática, onde se reúnem os professores, a coordenação e a equipe gestora, constitui-se em um instrumento de fundamental importância dentro de nossa proposta avaliativa, visando chegar a um conhecimento mais sistemático da turma, bem como acompanhar e avaliar o desempenho de cada aluno.
A avaliação do presente plano de trabalho será feita no decorrer do ano letivo, devendo ser diagnóstica e contínua, almejando um desempenho eficaz do mesmo. Para isso, torna-se necessário o empenho e comprometimento de todos os envolvidos no processo, permitindo, inclusive, a prática da auto-avaliação.
Assim, todos deverão participar da decisão sobre os rumos do trabalho pedagógico. Na reflexão coletiva, será possível prever e organizar o principal da ação, ou seja, realizar o planejamento do trabalho escolar, de uma forma ativa.
Em tal avaliação, feita nos Conselhos de Classe Participativo, realizados bimestralmente e na Avaliação da Proposta Pedagógica ocorrida semestralmente de acordo com o Calendário Escolar da SEDF, serão analisados o desempenho de cada setor da instituição, com o intuito de melhorar os resultados obtidos em cada um deles.


AÇÕES:

-Reuniões e encontros com os coordenadores e participantes dos projetos pedagógicos da escola;
-Construção do acervo de materiais pedagógicos multimídia;
-Ampliação da Brinquedoteca Móvel;
-Buscar recursos para construção do parque infantil, da quadra poliesportiva e para a ampliação do espaço físico da escola;
-Projeto as Faces do Reforço Escolar;
-Projeto Reagrupamento Interclasse;
-Criação de grupos de estudos;
-Atualização e organização do serviço de escrituração escolar;
-Acompanhamento e gerenciamento dos índices de acesso, permanência, aprovação e aproveitamento escolar dos alunos;
-Visitação às casas dos alunos faltosos ou desistentes;
-Comunicar as autoridades competentes os casos de evasão escolar;
-Estimular e apoiar a organização dos alunos;
-Criação do jornal-mural e do jornal escrito;
-Grupos de estudo envolvendo temas de interesse dos professores;
-Estimular e incentivar os profissionais da educação a participarem de cursos, seminários, palestras, etc.;
-Conselho de Classe Participativo;
-Palestras e estudos de orientação à família;
-Planejamento participativo com os parceiros da escola;
-Torneios Esportivos;
-Festa da Família;
-Festa Junina;
-Festa das Crianças/Estudantes;
-Confraternização dos Professores/Servidores;
-Formatura da Educação Infantil;
-Formatura ou passeio da 8ª série;
-Palestra referente à avaliação da aprendizagem;
-Oficina relacionada à avaliação da aprendizagem;
-Avaliação Institucional;
-Reunião com Conselho Escolar e Caixa Escolar;
-Atividades para arrecadação de recursos (rifas, bingos, festivais de sorvete, etc.);
-Audiência pública para prestação de contas;
-Atualização do Blog da Escola e do Blog da Sala de Recursos;
-Projeto Soletrando;
-Projeto Cozinhando e Aprendendo com Gente Pequena;
-Projeto Condomínio Encantado;
-Projeto o Meio em que Vivemos: Bacia Hidrográfica do Ribeirão Pipiripau (Geografia e disciplinas afins);
-Projeto Agroquintal e Horta Horgânica(Parceria com a Embrapa);
-Projeto Rádio PipiriMix
-Projeto Um Dia de Geo-História;
-Projeto Sexualidade e Paz na escola.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº. 9.394/96). Brasília: Imprensa Nacional, 2006.
BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: Ministério da Educação, 2001.
DISTRITO FEDERAL (BRASIL). Secretaria de Estado de Educação. Currículo da Educação Básica das Escolas Públicas do Distrito Federal. Brasília: Subsecretaria de Educação Pública, 2002.
DISTRITO FEDERAL (BRASIL). Secretaria de Estado de Educação. Proposta Pedagógica das Escolas Públicas do Distrito Federal. Brasília: Fundação Educacional do Distrito Federal, 1999.
DISTRITO FEDERAL (BRASIL). Secretaria de Estado de Educação. Regimento Escolar das Instituições Educacionais da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal. 4. Ed. Brasília: Subsecretaria de Educação Pública, 2006.
DISTRITO FEDERAL (BRASIL). Secretaria de Estado de Educação. Índice de Desenvolvimento da Educação do Distrito Federal (IDDF). Disponível em: http://www.se.df.gov.br/. Acesso em: 24 de nov. de 2009.
HOFFMANN, Jussara. Avaliação Mediadora. Porto Alegre: Educação e Realidade, 1994.
Lei Nº. 4.036/2007. Brasília: DODF, nº. 207, p. 1-4, de 26 de Outubro de 2007.
SOUSA, José Vieira de. As Dimensões do Projeto Político-Pedagógico. A Identidade do Sujeito Social, Ético e Político e o Projeto Pedagógico da Escola. 3ª Ed. São Paulo: Papirus, 2004.
VEIGA, Ilma Passos Alencastro. As Dimensões do Projeto Político-Pedagógico. Novas Trilhas para a Escola. 3ª Ed. São Paulo: Papirus, 2004.

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